
“Não há qualidade sem recurso público”, é o titulo de uma carta aberta de autoria de Ivan Valente, Deputado Federal do PSOL, em que critica a falta de recursos na educação e propõe caminhos para a superação dos problemas. No documento, ele afirma que os investimentos no setor são ridículos, correspondendo a menos de 4% do Produto Interno Bruto (PIB). “Não é possível falar de revolução educacional quando, em nove estados, o aluno da rede pública dispõe de R$ 94,77 ao mês”, afirma.
Em situação similar está a falta de valorização dos trabalhadores em educação. Para o deputado, o estabelecimento de um piso somente para o magistério e com um valor abaixo do reivindicado pelos educadores categoria (R$ 450,00 para 20 horas semanais) demonstra o descompromisso governamental com a categoria.
De acordo com Ivan Valente a política de provas, proposta pelo governo federal, só tende a promover uma competição exacerbada e que coloca o Estado como regulador e não como financiador da educação. “Estão sendo abandonados os princípios universalistas e ganham força políticas focalizadas. A educação, cada vez mais, deixa de ser um direito de todos e todas para ser uma política compensatória diante dos efeitos perversos do capitalismo”.
Uma das principais propostas do PSOL em relação a educação se baseia nesse dado. Pretendemos valorizar ao máximo o profissional da rede pública de ensino, que ficou deixado de lado devido ao monopólio das instituições privadas no sistema de educação. Além de uma reforma salarial também focaremos nossos esforços para a capacitação de todos aqueles que estão em contato com os alunos da rede pública, melhorando, assim, a sua qualidade do ensino gratuito.
Em situação similar está a falta de valorização dos trabalhadores em educação. Para o deputado, o estabelecimento de um piso somente para o magistério e com um valor abaixo do reivindicado pelos educadores categoria (R$ 450,00 para 20 horas semanais) demonstra o descompromisso governamental com a categoria.
De acordo com Ivan Valente a política de provas, proposta pelo governo federal, só tende a promover uma competição exacerbada e que coloca o Estado como regulador e não como financiador da educação. “Estão sendo abandonados os princípios universalistas e ganham força políticas focalizadas. A educação, cada vez mais, deixa de ser um direito de todos e todas para ser uma política compensatória diante dos efeitos perversos do capitalismo”.
Uma das principais propostas do PSOL em relação a educação se baseia nesse dado. Pretendemos valorizar ao máximo o profissional da rede pública de ensino, que ficou deixado de lado devido ao monopólio das instituições privadas no sistema de educação. Além de uma reforma salarial também focaremos nossos esforços para a capacitação de todos aqueles que estão em contato com os alunos da rede pública, melhorando, assim, a sua qualidade do ensino gratuito.
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